O Morandini é o responsável pela linda capa de meu livro "O Papel das Emoções na Educação".
O Morandini, além de ser um designer sensacional, é uma pessoa da melhor qualidade, o que o torna mais especial ainda! As medalhas aqui foram feitas por ele e estou contando com seu voto para que ele vença esta parada! Abaixo segue o texto que copiei do site dele: www.morandini.com.br Vamos votar, pessoal??? Afinal de contas, olha que beleza elas são!!! Tenho certeza de que vocês vão votar agora mesmo. Seu voto é muito importante, já que a competição é mundial. Muito obrigada! Vera Nunes. > Clique AQUI para ver as medalhas de Ouro, Prata e Bronze em detalhes. Sou apaixonado por esportes e por design. Quando posso juntar as duas paixões, é um momento de raro prazer. Enviei um projeto para o COI - Comitê Olímpico Internacional, que está promovendo um concurso para a escolha das medalhas oficiais dos Primeiros Jogos Olímpicos para a Juventude, a serem realizados em Cingapura, em 2010. Espero estar lá como convidado VIP do COI para assistir a cerimônia de abertura dos jogos e ver os primeiros campeões recebendo as ‘minhas’ medalhas. A primeira fase do concurso é feita por voto popular. As 10 medalhas mais votadas serão julgadas por um comitê internacional. Para ir para a final, preciso do seu voto e do voto dos seus amigos. Para votar, siga os passos abaixo: > Clique no link: VOTAR > Abriará uma página com a minha medalha. Clique sobre ela. > Será aberta uma nova imagem. Clique sobre a palavra ‘VOTE’ > Preencha apenas a parte da esquerda ‘SIGN UP’ (seu e-mail, uma senha qualquer de 6 dígitos, confirmação da senha e dígitos verificadores). > Você receberá um e-mail com o link de confirmação. Clique sobre ele. Na página que será aberta, preencha a parte da direita ‘LOGIN’ com seu e-mail e senha informados. Pronto! Seu voto foi validado! Obrigado! Morandini
Escrito por Vera Nunes às 14h39
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Prêmio Criança 2009 - Fundação Abrinq
Todos os anos a Fundação Abrinq seleciona dez projetos de instituições que cuidam dos direitos da criança e este ano tivemos a grata surpresa de ver o Núcleo Educacional da Santa Casa de Diadema escolhido como um dos dez finalistas! Foi com imensa alegria e honra que recebemos esta notícia e, apesar de não termos recebido um dos quatro prêmios principais, o fato de termos sido indicados a tão importante prêmio já faz com que nos sintamos mais que vencedores: é a prova de que nosso trabalho é considerado e reconhecido... E para ser bem sincero, tem prêmio melhor do que este? É com orgulho que faço parte do Programa-Família desde que este foi implantado, em 2006. A entrega dos troféus aos dez finalistas aconteceu na última quarta-feira - 11/11/09 - numa noite maravilhosa de festa, muita alegria, com o impagável boneco Júlio do "Cocoricó" (uma graça!) como mestre de cerimônias e , de quebra, um show do Paralamas do Sucesso, de quem sou fã assumidíssima! Parabéns a todos os finalistas! É maravilhoso saber que tanta gente dedica seu trabalho às crianças, numa corrente do bem que espero ver crescer mais e mais! Parabéns às instituições que concorreram ao prêmio e a todas as que - mesmo não estando lá - batalham pelas causas da infância em nosso país, realizando lindos e importantes trabalhos! Valeu a pena - e ainda vale! - todo o trabalho destes anos!
A toda a equipe do Núcleo Educacional da Santa Casa de Diadema...
Em 2006, quando fui convidada a fazer parte do Programa-Família, não imaginava que tanta coisa boa iria acontecer. Lembro daquele enorme terreno vazio que se estendia atrás da creche e do Projeto Toninhos, com uma grama verde que cobria as falhas do chão, sem prédio algum erguido ali, mas representando um lugar onde muitos de nós depositávamos o sonho de ver um dia - quem sabe? - uma brinquedoteca funcionando, uma quadra de esportes novinha em folha, um espaço para eventos e palestras, aquele espaço ocupado por salas que pudessem potencializar a atuação de todos os profissionais e o atendimento à meninada... É com grande alegria que podemos ver este espaço erguido e em pleno funcionamento hoje, vendo que o sonho se transformou em meta e planejamento e estes em possibilidade real. Esta semana outra alegria: a maravilhosa festa da Fundação Abrinq, com o Prêmio Criança 2009 e a presença do nosso Núcleo Educacional da Santa Casa de Diadema entre os dez finalistas! Foi uma festa linda, emocionante e significativa para todos e para mim, especialmente, que fiz parte deste programa desde o início! Foi mistura de orgulho, alegria e satisfação. Foi emoção e reconhecimento. Não levamos um dos quatro prêmios especiais, mas mando agora um recado a todos da equipe: "Devemos nos sentir premiados e reconhecidos por termos sido indicados, em meio a tantas iniciativas maravilhosas apresentadas naquela noite!" Já somos vencedores e devemos nos orgulhar - no sentido mais humano do que a palavra "orgulho" quer dizer - por estarmos ali, tendo nosso trabalho considerado e apontado por uma instituição criteriosa, séria e de importância fundamental na defesa dos direitos das crianças de nosso país como é a Fundação Abrinq. Ser indicado foi a prova de que o Núcleo vem desenvolvendo um trabalho de valor, um trabalho que já salta aos olhos de quem cuida desta parcela da população que já tão cedo tem que enfrentar dificuldades enquanto cresce: as crianças. Parabéns a todos da equipe de profissionais do Núcleo Educacional da Santa Casa de Diadema, a quem trabalha na linha de frente e nos bastidores, a quem realiza seu trabalho com amor, carinho, dedicação e compromisso. Já somos vencedores, premiados e reconhecidos e que esta indicação sirva como inspiração para que o trabalho de todos melhore mais e mais, oferecendo a estas crianças acolhimento, afeto e educação. Este prêmio é de cada um desta valorosa equipe! Um grande abraço a todos, do fundo do meu coração. Vera Nunes - Psicóloga.

Escrito por Vera Nunes às 16h48
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Vale a pena divulgar!!! Empréstimo Grátis: Camas hospitalares e cadeiras de rodas. Um ser humano muito especial, chamado Aroldo Mendonça, integrante do Rotary Clube, formou um Banco de Leitos Hospitalares e Cadeiras de Rodas e os empresta, sem cobrar nada, só pedindo em troca a sua devolução, quando não é mais necessária. Ele é um anjo da guarda para muita gente. Atualmente, o Banco conta com mais de 600 leitos espalhados por todo Brasil, já que o Sr. Aroldo conserta e aceita doações das camas hospitalares e cadeiras de roda. Mesmo quebradas, ele retira no local e leva para a sua oficina que é especializada nesse tipo de conserto. As doações são as propulsoras dos empréstimos e ajudam mais e mais pessoas todos os dias e em todos os pontos do país. O frete dos empréstimos fica por conta da pessoa interessada que faz uma espécie de contrato com o Sr. Aroldo por seis meses, sendo renovável por mais tempo, mediante a necessidade do prolongamento do uso do equipamento. Caso precise, ligue para o Sr. Aroldo Mendonça: (21) 2266-2501 ou (21) 9636-8000
Vale divulgar, não é mesmo?
Escrito por Vera Nunes às 14h02
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Entrevista > > Vera Nunes > > psicólogaFui gentilmente entrevistada ontem pela repórter Elaine Vieira do Jornal A Gazeta, de Vitória - ES - onde estarei ministrando palestras na próxima semana e aí está a matéria publicada no Portal Gazetaonline. http://gazetaonline.globo.com/agazeta 25/10/2009 - 00h00 (Outros - A Gazeta) por Elaine Vieira evieira@redegazeta.com.br
"O professor precisa enxergar o aluno" A psicóloga Vera Nunes, estudiosa das relações entre educadores e alunos, defende que as emoções de crianças e adolescentes devem ser levadas em conta durante todo o processo educacional. Ela vem a Vitória esta semana para lançar seu livro e fazer palestra sobre o tema. "O Papel das Emoções na Educação", virou até curso para que os educadores aprendam a lidar com o desenvolvimento emocional de seus alunos.
Qual é a tese principal do livro? Durante minha pesquisa percebi que, tanto em escolas públicas quanto particulares, os educadores dominam conhecimentos formais, mas estão carentes da observação das crianças em sala de aula. Eles precisam saber mais sobre as relações afetivas, sobre o emocional dos alunos. E é aí que muitos se perdem. Essas notícias que a gente vê todo dia no jornal, de alunos batendo de frente com educadores é um reflexo disso, da pouca habilidade emocional dos professores. Os adultos precisam aprender a observar os jovens, e devem fazer isso sem pré-julgamentos. É preciso entender que o aluno já carrega uma história de vida que precisa ser considerada no processo educacional.
Qual a importância das emoções para a educação? Quem trabalha com educação tem que saber que as emoções influenciam todo o processo de desenvolvimento intelectual e físico. Isso se perde no dia a dia da educação. Se a gente não parar para observar e interagir com esses alunos de forma mais direta, compreendendo que existe esse universo emocional, a educação começa a se perder.
Essa preparação deveria acontecer ainda na faculdade? Sim. Por mais boa vontade que tenham, educadores sem preparo se perdem dentro da sala de aula. O que fazer quando você chega na sala de aula e encontra alunos raivosos, com história de vida difícil? Eu vejo os educadores muito angustiados. Tanto que os problemas decorrentes do estresse viraram um problema de saúde pública, justamente porque os educadores não dão conta da demanda da sala de aula.
Como se preparar para isso? Pequenas ações em sala de aula podem começar a mudança. O que não dá é ficar esperando mudanças externas. O primeiro passo é abrir os canais de comunicação, com olhos e ouvidos bem atentos para conhecer o aluno e suas necessidades. Assim, se consegue interagir, intervir quando necessário e avaliar o aluno de forma mais justa.
Com salas cheias e tanta cobrança por conteúdo, sobra tempo para olhar para o aluno? Faz parte do pacote. Quando você escolhe essa profissão já sabe dos enormes desafios que tem que enfrentar. Há um sistema decadente e os professores sofrem as consequências, mas uma vez em sala de aula, tem que ter recursos próprios para lidar com os problemas. Aprendendo a observar ele vai aprender a lidar com crianças e jovens e os conflitos vão diminuir. O educador não pode reproduzir a falha do aluno. Se ele vem bater de frente, o professor tem que estar preparado para isolar aquele movimento, e para isso ele tem que estar preparado emocionalmente.
Como esse conflito se dá na rede particular? A agressividade existe em todos os lugares, mas as questões são diferentes. Em comunidades carentes, com famílias desestruturadas, as questões sociais acabam gerando a revolta. Por outro lado, alunos das escolas particulares, de famílias abastadas, não têm limite nenhum, acabam aprontando tanto quanto quem tem menos poder aquisitivo.
Qual o papel dos pais? A maioria nem sabe o que fazer. Não que o educador tenha que fazer papel de pai e mãe, mas se a criança não tem uma base boa em casa, a escola tem obrigação de mostrar outras alternativas de vida. Para isso, o professor precisa compreender os fatores que fazem a criança agir mal. Quando a família tem consciência, o ideal é que recorra às escolas.
Mesmo com estrutura familiar, muitas não dão conta. Na escola particular se o professor chama a atenção do aluno os pais vão lá dar uma bronca no educador. Os papéis se inverteram. Mas nesses casos também o educador e a escola têm que se impor, dar limites aos pais, pois a escola tem regras que precisam ser obedecidas por todos.
Vá lá
Palestra "O Papel das Emoções na Educação": Com a psicóloga Vera Nunes
Público-alvo: Educadores, representantes das Secretarias Municipais de Educação da Grande Vitória, representantes da Secretaria Estadual de Educação e também de escolas particulares Entrada: Gratuita Local: Auditório da Rede Gazeta, Rua Chafic Murad, 902, Ilha de Monte Belo, Vitória Quando: Quinta-feira, dia 29, em duas sessões, das 8 hs ao meio-dia, e das 13 hs às 17 hs Venda de livros: "O Papel das Emoções na Educação", por R$ 40 e "Pra Gente Grande Entender Melhor a Criança", por R$ 35
Trecho do Livro: "O Papel das Emoções na Educação" - de Vera Nunes - Editora Casa do Psicólogo. O papel do educador de hoje vai muito além das obrigações pedagógicas em si. O educador dos novos tempos exerce influência muito mais ampla na formação de crianças e jovens: ele é agente de transformação, é maestro de ações construtivas para o desenvolvimento, é personagem ativo no processo de educar; exercer influência sobre o seguimento gradativo de tomada de consciência de seus alunos e incentiva sempre o movimento de construção do saber e da cidadania.
Sempre que falamos em educação, precisamos aprender a pensar que caminhando junto ao desenvolvimento físico, intelectual e social de todo ser humano, estarão ali as emoções, exercendo influência sobre todo este processo.
Quando as emoções são consideradas, a relação entre educador e aluno passa a acontecer em um contexto que supõe empatia , tornando as condições muito mais favoráveis para que a criança desperte para o aprendizado em si. Através de expressões de atenção, afetividade e aceitação dirigidas a ela, a criança aprende a fazer uma leitura nova e positiva sobre si mesma e sobre tudo o que a cerca, por se sentir envolvida num clima que facilita não só o aprendizado, mas também as relações humanas, proporcionando-lhe mais segurança para que não desenvolva receio de errar enquanto aprende, enfrentando os desafios que surgem de forma mais confiante e aprendendo também a se relacionar num sentido mais amplo.
As experiências físicas e emocionais ajudam a criança a se perceber melhor, e a partir da interação que vai desenvolvendo com as pessoas, a dar asas a todo o seu potencial, ampliando sua visão de mundo e aprendendo a enxergar a si mesma como ser atuante.
(...)
A criança tem uma visão particular sobre os fenômenos e as experiências, já que vinda ao mundo há pouco tempo, recebe o impacto de tudo o que acontece sob a impressão forte das sensações e sentimentos ainda não cultivados pela razão como nós adultos a entendemos, e que lhes despertam reações muitas vezes surpreendentes.
Ela ainda carrega muito viva em si as formas de manifestação de sentimentos sem lapidação. A matéria bruta de suas expressões será trabalhada aos poucos, conforme a criança se desenvolve, quando adquire a linguagem, alcança certa autonomia e aprende a fazer uso mais coerente do que sente, dando vazão às emoções agora de modo menos intempestivo.
Este movimento de contrabalanço entre razão e emoção, no entanto, é tarefa para toda a vida, pois são dois pólos dos quais não podemos prescindir e que costumam agir em esquema de alternância, o que garante nosso chamado equilibrio emocional.
(...)
Dar ênfase à Educação Emocional hoje é imprescindível, pois, motiva a criança no processo de aprendizagem e a p repara melhor para a vida num contexto geral. Esta postura de acolhimento do educador em relação a ela é o que faz a diferença e, se esta relação for galgada em aceitação, dará também à criança as primeiras noções do que é interagir e se socializar de maneira harmônica, agora que ela começa a redimensionar seu círculo social, saindo dos limites do lar e ampliando sua visão de mundo e suas expectativas diante de si mesma.
O educador que assim se posiciona, além de desempenhar o papel de oferecer os conteúdos pedagógicos, desenvolve a capacidade de perceber o ser humano em sua essência, um ser humano que está no começo de sua caminhada na vida e que precisa de incentivo para que tenha das relações humanas impressões positivas, mesmo existindo muitos e muitos exemplos contrários a este preceito.
Sobre os educadores: "Não desconsidero as expressões de descontentamento e desengano de muitos educadores com seu ofício; eles sent em na pele a realidade dificil de grande parte das salas de aula e escolas do Brasil. O que pretendo, porém, é que pensando juntos coloquemos o foco nas possibilidades muito mais do que nas deficiências do ensino ou em metas irrealizáveis, pois acredito que isto apenas sirva para alimentar ainda mais a fogueira que consome a esperança em uma educação de real qualidade para crianças e jovens.
O que é possível fazer? Esta é a questão central neste amaranhado de questões que parecem sem resposta até aqui.
Pode até parecer dificil, mas com a quebra de determinados paradigmas que exercem a função de paralisar ou limitar as ações de muitos profissionais da educação, a cena começa a mudar, mesmo que sutilmente, partindo de iniciativas isoladas.
Vera Nunes é psicóloga clínica e institucional, ludoterapeuta, pós-graduada em Psicologia Médica e Psicossomática, palestrante, consultora. É autora dos livros "Pra Gente Grande Entender Melhor a Criança" - 2ª Edição - e "O Papel das Emoções na Educação" ambos publicados pela editora Casa do Psicólogo.
Escrito por Vera Nunes às 16h06
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Uma iniciativa que merece nota 10! Vi esta matéria na TV estes dias e fiquei realmente feliz com a implantação de um projeto importante como este! Acho legal que todo mundo tome conhecimento de que um trabalho como este está sendo realizado porque o atendimento na rede pública de saúde há muito sofre de problemas sérios em vários níveis e uma iniciativa como esta vem para começar um trabalho de humanização no atendimento à população. Aí está a explicação de como o programa funciona. Os dados são todos do site: www.jovensacolhedores.saude.sp.gov.br Jovens Acolhedores é um programa da Secretaria de Estado da Saúde destinado à participação de universitários no acolhimento aos usuários das Unidades Públicas de Saúde, com o objetivo de investir no processo de Humanização da Assistência. Este programa resulta da constatação de que a evolução técnico-científica deve ser acompanhada de um correspondente avanço na qualidade do ser humano. A experiência mostra que uma infinidade de mal-entendidos e dificuldades enfrentadas pelos usuários e trabalhadores no ambiente dos Serviços de Saúde podem ser minimizados quando se ouve, compreende, acolhe, considera e respeita, tanto os usuários como aqueles que cuidam - atores essenciais para a Humanização. São funções do Acolhedor: . Recepcionar todas as pessoas que procuram a Unidade de Saúde com urbanidade e respeito, acolhendo-as com humanidade; . buscar a resolutividade no agir e solucionar dos problemas e compromisso com a satisfação e qualidade do atendimento; . cumprir a programação sob sua responsabilidade; . zelar pelo bem público, inclusive materiais, equipamentos e instalações da Unidade de Saúde ou os que forem colocados à sua disposição; . cumprir normas e princípios que regem a administração pública; . dedicar 20 horas semanais para as atividades do Programa a serem desenvolvidas de segunda à sexta-feira. Vantagens: Bolsa de estudo de valor integral, sendo que a Secretaria de Saúde arcará - mensalmente - com a importância de até R$350,00 (trezentos e cinquenta reais), relativos a cada estudante, devendo o restante da Bolsa ser complementada pela instituição de ensino, para a quitação da mensalidade. - Integração e participação de estudantes universitários nos projetos inseridos em sua comunidade. - Conteúdo formativo a ser desenvolvido, além da supervisão técnica, ao longo dos doze meses de duração da Bolsa (com direito a certificado), onde serão abordados os seguintes temas: Conceito de Saúde e Doença, Aspectos Psíquicos do Adoecer, Aspectos Psicossociais Presentes nas Relações Humanas, Sociabilidade e Comunicação, Direitos Sociais, Cidadania e Participação na Comunidade, Processo de Trabalho na Instituição de Saúde, Políticas de Saúde: SUS e seus Princípios e Humanização da Assistência, Saúde e Ética. Mais informações sobre o programa: www.jovensacolhedores.saude.sp.gov.br
Escrito por Vera Nunes às 11h25
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Hoje, 15 de Outubro, é Dia do Professor!!! Um abraço enorme a todos os profissionais da Educação! "Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre". Paulo Freire
Escrito por Vera Nunes às 10h15
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"Você pode sonhar, projetar, criar e construir o lugar mais maravilhoso do mundo, mas é preciso pessoas para tornar o sonho realidade" Walt Disney
Escrito por Vera Nunes às 10h03
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A Arte de Aprender a Ouvir um NÃO Aprender a ouvir não é lição pra vida inteira. A gente cresce e continua tendo que exercitar esta capacidade, abrindo mão de coisas aqui, deixando passar outras ali e, assim, a vida vai nos mostrando que não temos tudo o que queremos sempre, num estalar de dedos, e que não é sempre que a banda toca do jeito que a gente quer ou gostaria que tocasse. A parte boa disto tudo é que junto ganhamos de brinde uma coisinha maravilhosa chamada amadurecimento, claro que disponível para os que estão abertos a compreender e aproveitar as lições que os vários nãos que ouvimos pelo caminho trazem consigo. Para as crianças, ouvir os tantos nãos é um verdadeiro drama. A grande maioria das crianças não se dá por vencida na primeira tentativa e aí elas barganham, pedem, choram, se lamuriam, gritam, esperneiam, se jogam no chão do shopping, fazem bico, batem o pé, prometem vingança, fazem chantagem emocional, prometem mundos e fundos e tudo isto no intuito de terem sua vontade atendida. Se nos curvarmos a estas demonstrações de talento dramático todas as vezes, estaremos ensinando a elas que este é o caminho para se conseguir algo e ela crescerá acreditando que é válido usar destes artifícios para atender a seus desejos e caprichos, por mais descabidos estes sejam. A importância de determinados nãos na vida de todos nós é justamente a de colocar limites em nossa vida, nos ensinar a viver de forma mais civilizada e humana e a negociar nossos desejos dentro de parâmetros realistas e mais justos. Quantas pessoas adultas ainda vemos repetindo os trejeitos de uma criança quando contrariadas e, na boa, há coisa mais irritante e ridícula? Adultos que ainda precisam de artifícios assim para terem seus caprichos atendidos: sinal explícito da falta de limites na infância. Existe uma quantidade enorme de crianças mimadas, que se tornarão jovens egocêntricos e adultos que se comportarão como se fossem o centro do universo, justamente porque nunca aprenderam o que a arte do não significa. O não serve como limite às nossas emoções mais desenfreadas, uma parada para reflexão, a necessidade de se encontrar outras alternativas de ação. O não muitas vezes aguça nossa criatividade, perspicácia, eleva nossa autoestima - por incrível que pareça! - e pode fazer com que nos tornemos pessoas melhores. Muitos nãos são os responsáveis por mudanças de estratégias em nossas vidas que, afinal de contas, fizeram ou farão toda a diferença. Portanto, vamos ensinar aos pequenos que o não faz parte da vida. Pode crer que não será fácil convencê-los logo de cara, é verdade... Mas mesmo assim vale o exercício, vale a lição, porque ela vai servir para a vida inteirinha! Não fique deprimido ou se sentindo culpado se seu pequenininho der um show quando você disser um não a ele - dentro de uma situação justa, é claro, não vamos também sair dizendo não a tudo sem critérios, por favor - o máximo que vai acontecer é uma contrariedade passageira, um bico enorme que desaparecerá aos pouquinhos... Mas aos pouquinhos ele começará a perceber também que aprender a viver tem dessas coisas e que os nãos - se ele aprender a considerar e compreender as lições neles implícitas - farão com que ele se torne uma pessoa mais justa e de bom caráter. Vera Nunes
Escrito por Vera Nunes às 09h43
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Amamentar: nutrir corpo e alma O leite materno é o alimento ideal. Ele é completo e dispensa e ingestão de outros alimentos e líquidos - inclusive água! - durante os primeiros seis meses de vida do bebê. Este líquido precioso contém todos nutrientes necessários, além de todas as proteínas, açucares, gorduras, vitaminas e água que o bebê necessita para ser saudável. O leite materno também possui anticorpos, glóbulos brancos, contribui para a diminuição da ocorrência de alergias e infecções, é rico em substâncias que contribuem de forma saudável para o desenvolvimento do cérebro do bebê, melhora a formação da boca, ajuda no alinhamento dos dentes, protege o bebê de doenças como otite, meningite, diarréia, vômito, pneumonia e mais uma série de benefícios. Amamentar só traz coisas boas para a criança, mas também beneficia a mãe: ajuda o útero a retornar ao seu tamanho normal mais rapidamente, faz a perda de sangue depois do parto acabar mais cedo, protege a mulher contra a osteoporose, ajuda a queimar calorias, protege contra o cancro de ovário e de mama etc. Além de tudo isso, este é um momento prazeroso de intimidade mãe-filho, um momento de delicadeza, proteção, segurança, confiança, amor, elementos essenciais para o desenvolvimento emocional da criança. O momento em que o bebê é amamentado promove o estabelecimento de uma ligação emocional mais forte, formando um vínculo afetivo mais sólido entre mãe e filho, fator este essencial para que a criança cresça não apenas fisicamente saudável, mas levando consigo uma impressão de confiança e segurança, elementos importantes na formação de seu caráter e personalidade. E falando em amamentação... Olha que foto mais bonitinha e engraçada esta! Rsrs! Eu estava pensando em colocar uma pequena matéria sobre este assunto e me deparei justamente com esta graça de foto. Bem, acho que não preciso dizer mais nada. O bebê aí de cima provavelmente já entendeu as maravilhas da amamentação! Vera Nunes
Escrito por Vera Nunes às 18h45
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Vivendo e Aprendendo... Declaração de MICHAEL JORDAN: o maior jogador de basquete da história, responsável pela quebra de praticamente todos os recordes mundiais deste esporte. "Errei mais de nove mil cestas e perdi quase trezentos jogos. Em vinte e seis finais de partidas fui encarregado de jogar a bola que venceria o jogo... e falhei. Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida. E é exatamente por isso que eu sou um sucesso".
Escrito por Vera Nunes às 10h43
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Sem Dodói Neste dia 19 de setembro - sábado - as crianças têm um encontro com o cidadão aí em cima: o Zé Gotinha! É a segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Paralisia Infantil e todos os pequenos - menores de 5 anos - precisam receber esta dose preciosa. A meta é proteger cerca de 14,7 milhões de crianças, o que representa 95% das crianças dessa faixa etária. Cerca de 115 mil postos de vacinação participarão da campanha em todo o país. A vacinação é de graça e é preciso que o responsável pela criança leve a carteirinha de vacinação. Leve a criança, tenha ela tomado ou não a primeira dose da vacina este ano! Não é porque a Polio está erradicada no Brasil que podemos relaxar, viu?! Esta vacina é oferecida nos postos do Sistema Único de Saúde (SUS) durante o ano todo gratuitamente. O Ministério da Saúde recomenda que a criança que estiver com febre ou com alguma infecção procure um médico antes de receber a gotinha. Sob orientação médica, a vacinação dessa criança pode ser adiada para quando ela estiver melhor. Os bebês devem receber a vacina aos dois, quatro e seis meses. Aos 15 meses, as crianças recebem o primeiro reforço. Mesmo assim é muito importante que até os 5 anos de idade elas tomem anualmente as duas doses distribuídas na Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite. Leve sua criança ao posto de saúde mais próximo de sua casa neste sábado. São só duas gotinhas. Sem dodói! Maiores Informações: Disque Saúde 0800 61 1997 *Informações do Site do Ministério da Saúde
Escrito por Vera Nunes às 09h10
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O nome dela é Elisa Lucinda dos Campos Gomes. Nasceu em Vitória, no Espírito Santo. É poeta, escritora, jornalista, atriz e cidadã brasileira. Basta ler esse texto dela e poder sossegar um pouco a alma por saber que ainda existe gente assim no nosso país, gente de talento, que consegue dizer o que anda entalado em nossa garganta... Só de Sacanagem - Desabafo poético de Elisa Lucinda "Meu coração está aos pulos! Quantas vezes minha esperança será posta à prova? Por quantas provas terá ela que passar? Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, que reservo duramente para educar os meninos mais pobres que eu, para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais, esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais. Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova? Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais? É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz. Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e dos justos que os precederam: "Não roubarás", "Devolva o lápis do coleguinha", "Esse apontador não é seu, minha filhinha". Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar. Até habeas corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar e sobre a qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará. Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda vou ficar. Só de sacanagem! Dirão: "Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo mundo rouba" e eu vou dizar: Não importa, será esse o meu carnaval, vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos, vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau. Dirão: "É inútil, todo mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal". Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal! Eu repito, ouviram? IMORTAL! Sei que não dá pra mudar o começo, mas se a gente quiser, vai dar para mudar o final". Site de Elisa: www.escolalucinda.com.br
Escrito por Vera Nunes às 13h23
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Banco de Dentes Humanos Você sabia que existe um Banco de Dentes Humanos? Não? Pois, existe! Ouvi falar nesse trabalho há muitos anos, lá nos anos noventa - quando eu morava no Rio de Janeiro - e achei essa iniciativa maravilhosa. Mas lembro que me espantei ao constatar que as pessoas com quem conversei aqui em São Paulo, principalmente, não sabiam da existência desse importante serviço! Lembro também dos tempos de infância, quando eu e todas as outras crianças jogavámos os dentinhos-de-leite que caíam sem piedade de nossas bocas, nos telhado de nossas casas, esperando que a Fada do Dente viesse buscá-los para levá-los sabe-se lá pra onde... Bom, apesar dos inúmeros plantões que fazíamos para vê-la, nunca tivemos esse prazer. E depois de anos e de boa parte da inocência perdida, penso no monte de dentes que se acumularam, inúteis, pelos telhados de nossos lares. Embora essa prática ainda seja bastante comum hoje em dia, aí está uma matéria bem legal e importante para que esses dentes tenham um destino mais nobre. São trechos de uma matéria que você pode conferir completa no site: www4.usp.br Acho que, no fim das contas, acabamos descobrindo que as fadas moram mesmo mais perto do que imaginávamos: na USP! E que o melhor é ensinar as crianças a ajudarem nesse trabalho tão legal! "Fadinha dos Dentes" pode ajudar na manutenção do Banco de Dentes da FO. A "Fadinha dos Dentes", personagem do folclore mundial, terá que ajudar nas pesquisas da Faculdade de Odontologia (FO) da USP. Isso porque o Banco de Dentes Humanos (BDH) da FO está precisando de dentes para fornecer aos estudantes de graduação e pesquisadores. Segundo o professor José Carlos Pettorossi Imparato o "Banco de Dentes está numa situação crítica", e por isso está sendo preparada uma campanha para estimular as doações do público infantil. Imparato defende que as mães estimulem as crianças a doarem seus dentes: "As mães podem falar para as crianças que a fadinha leva o dente dela para o Banco de Dentes". O professor afirma que estimular a doação de dentes é uma maneira de incentivar também a doação de órgãos. "Podemos formar assim uma geração de doadores", aponta. Pensando nisso, o Banco de Dentes da FO está elaborando um gibi que conscientizará as crianças sobre a importância das doações. O professor Imparato foi um dos idealizadores do Banco de Dentes da FO, criado em 1996. Os dentes que chegam ao banco são extraídos na própria FO ou são doados por outros dentistas e até por crianças que perdem seus dentes-de-leite. O banco tem duas divisões: a Decídua, que armazena os dentes-de-leite, e a de Permanentes. Após chegar ao banco, eles são limpos, classificados e armazenados em um refrigerador. O banco aceita qualquer dente humano, até mesmo dentes danificados. Para fazer uma doação basta levar o dente ao Banco de Dentes Humanos da FO. Av. Prof. Lineu Prestes, 2227 - Cidade Universitária. São Paulo - SP. É necessário assinar um termo. Maiores informações pelo telefone: (11) 3091.7835 Vamos todos ajudar essa campanha!
Escrito por Vera Nunes às 11h30
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Campanha de Combate ao Câncer de Mama que circula pelo mundo. Na camiseta da menininha a tradução da frase: "Encontrem a cura antes que meus seios cresçam"
Escrito por Vera Nunes às 10h30
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A expressão agora é Sexting Jessica Logan de 18 anos (Ohio - EUA) enforcou-se em seu quarto ano passado. A pressão foi demais, quando viu fotos suas, nua - fotos que ela própria havia enviado ao rapaz com quem saía há dois meses - espalhar-se na velocidade de um raio por toda a escola onde estudava, fazendo com que ela se tornasse alvo de piadas, xingamentos, constrangimento e humilhações. A jovem passou a se recusar a sair de casa e a apresentar sinais de depressão e muitas vezes ficava dentro de seu carro, no estacionamento, sem coragem de entrar no colégio e enfrentar os "colegas". O desfecho trágico foi o saldo disso tudo. Os pais de Jessica - Albert e Cynthia Logan - tornaram pública a história de sua filha e esperam agora que os EUA adotem novas leis para combater este fenônemo que cresce numa velocidade vertiginosa e que vem fazendo muitas vítimas, sem que se apresentem os culpados. Enquanto Albert e Cynthia lutam por justiça nos EUA, aqui no Brasil histórias como essas começam a ficar mais comuns do que gostaríamos, infelizmente. Sexting refere-se à divulgação de conteúdos eróticos e sensuais através da internet ou do celular. Esta é uma prática agora comum entre jovens e adolescentes. Um em cada cinco adolescentes admitem já ter participado de sexting. Agora a pergunta que não quer calar: que tipo de brincadeira é essa??? Como trabalhar a sexualidade desses adolescentes de forma saudável??? Histórias como essas passam além da curiosidade natural e saudável de qualquer jovem. Elas habitam o terreno da falta de respeito, de ética e da capacidade de colocar-se no lugar do outro. Elas são cruéis e sádicas, são desumanas e mostram bem como se começa a delinear a falta de caráter numa pessoa. Muitos adolescentes vêm enviando fotos de outros, nus, com mensagens em códigos como, por exemplo: "IMEZRU?" Que quer dizer: "I'm easy, are you?" Tradução: "Eu sou fácil, você é?" Fica difícil para um adulto que não tem muita intimidade com a tecnologia, com a internet e seus códigos decifrar determinadas mensagens e saber, portanto, quando algo assim está acontecendo dentro de sua própria casa. Uma pesquisa inédita da Ong SaferNet aponta que 13% dos estudantes adolescentes ouvidos já publicaram fotos íntimas na internet, sendo que 39% desses já enviaram imagens assim mais de cinco vezes. O sinal vermelho está aceso! Esta matéria é só pra que comecemos a pensar nesse assunto tão sério e preocupante e no que podemos fazer para que os jovens e adolescentes se tornem pessoas íntegras e de bom caráter. É o mínimo que devemos pretender. A hora de se começar um diálogo franco dentro de casa é AGORA. Não dá mais pra adiar isso, como podemos constatar. Só assim poderemos ter esperança em construir relações mais saudáveis, positivas e humanas. Vera Nunes.
Escrito por Vera Nunes às 09h58
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