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Vera Nunes acaba de lançar seu segundo livro:
"O Papel das Emoções na Educação" - Editora Casa do Psicólogo. A venda nas melhores livrarias do país e pelo site: www.casadopsicologo.com.br
Escrito por Vera Nunes às 21h18
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Dicas importantes sobre BRINQUEDOS do site: www.criancasegura.org.br 1. Como posso saber se o brinquedo contém peças muito pequenas para o meu filho? Você pode testar se um brinquedo ou peça de brinquedo é muito pequena para uma criança de até 3 anos se a peça couber num tubinho de filme de máquina fotográfica. Se o objeto couber no tubinho, então ele oferece riscos de sufocação. 2. Como saber se o brinquedo do meu filho é seguro? Basicamente, os 5 principais passos para uma brincadeira segura são: * Estar atento à seleção de brinquedos adequados à idade da criança. Procure por brinquedos testados e certificados pelo selo do Inmetro. * Interagir e participar da brincadeira com seu filho. * Supervisionar a criança durante a brincadeira, para evitar que ocorram acidentes. * Ensinar a criança a guardar seus brinquedos depois de usá-los como atitude de prevenção aos acidentes. * Checar a manutenção dos brinquedos que possam estar quebrados ou velhos demais e apresentando riscos de lesões e inspeção dos brinquedos para checar potenciais riscos, como pontas afiadas e arestas (dardos, flechas etc.).
Escrito por Vera Nunes às 19h43
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Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 A população e os profissionais de saúde contam agora com um 0800 para tirar dúvidas e fazer denúncias relacionadas a intoxicações. A ligação é gratuita e o usuário é atendido por uma das 36 unidades da Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (Renaciat) espalhados em 19 estados brasileiros. A ligação é transferida para o Ciat mais próximo da região de onde a chamada foi originada. os 36 centros funcionam 24 horas por dia, sete dias por semana. Gerando respostas rápidas, o 0800 presta esclarecimentos à população e auxilia os profissionais de saúde a prestarem os primeiros socorros e a prescreverem o tratamento terapêutico adequado para cada tipo de substância tóxica. Em alguns casos, o atendimento pode ser presencial. Espalhe esta notícia!
Escrito por Vera Nunes às 19h25
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Quem deve denunciar maus-tratos contra crianças? A quem denunciar? Pelo Artigo 13 do Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA: "Os casos de suspeita ou confirmação de maus-tratos contra crianças ou adolescentes serão obrigatoriamente comunicados ao Conselho Tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras providências legais". As autoridades que podem receber as denúnicias, além dos Conselhos Tutelares são: o Juíz da Infância e da Juventude (antigo Juíz de Menores), a polícia, o Promotor de Justiça da Infância e da Juventude, os Centros de Defesa da Criança e do Adolescente e os Programas SOS-Criança. Essas denúncias podem ser feitas por qualquer cidadão, mas são obrigatórias para alguns profissionais. A esse respeito, o Artigo 245 do ECA prevê punições: "Deixar o médico, professor ou responsável por estabelecimento de atenção à saúde e de ensino fundamental, pré-escola ou creche, de comunicar à autoridade competente os casos de que tenha conhecimento, envolvendo suspeita ou confirmação de maus-tratos contra crianças ou adolescentes". A penalidade para a omissão é de "multa de 3 a 20 salários mínimos, aplicando-se o dobro para casos de reincidência". O Código Penal prevê outras punições.
Escrito por Vera Nunes às 19h09
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Ninguém mata na 1ª agressão, diz pediatra.Entrevista publicada no jornal Folha de São Paulo, em 28 de abril de 2008. Por Antônio Gois, da Sucursal do Rio.
Para o médico Lauro Monteiro, se o casal Nardoni matou Isabella, como diz a polícia, a menina já teria sido vítima de agressão em outras ocasiões. Profissionais de educação, de saúde ou vizinhos devem estar atentos a hematomas ou queimaduras no corpo da criança, diz Monteiro Filho. Para o pediatra Lauro Monteiro Filho, fundador da Abrapia (Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência) e hoje editor do Observatório da Infância, a sociedade brasileira ainda passa pela fase da negação da realidade de que os pais podem, sim, ser os principais agressores dos próprios filhos. Foi a Abrapia que criou o primeiro telefone nacional gratuito de denúncia anônima contra casos de abuso sexual infantil.
Escrito por Vera Nunes às 18h49
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Educação hoje - Vera nunes Muitas instituições de ensino de nosso país se preocupam bastante com os conteúdos pedagógicos que transmitirão a seus alunos para que estes desenvolvam o intelecto da maneira mais eficiente e positiva possível. Excelente! Até porque este é um cuidado legítimo e importantíssimo e que todas as instituições deveriam prezar. Porém, muitas delas focam neste aspecto e se esquecem da necessidade de um trabalho junto aos educadores, um trabalho que os possibilite lidar melhor com crianças e jovens, a partir de um olhar mais humano, voltado à extrema importância dos aspectos emocionais que permeiam o processo ensino-aprendizagem. Provas e mais provas são utilizadas para se medir o nível de aprendizado de crianças e jovens, desafios ao intelecto, à memória, à destreza e à lógica, mas cadê o tempo necessário para que assuntos ligados à vida num sentido mais amplo seja debatido abertamente, criando um espaço onde dúvidas sejam esclarecidas e onde os alunos tenham voz e possam expressar suas expectativas diante da vida? O que falta parece ser justamente isto nas escolas de nosso país: a atenção aos aspectos emocionais do desenvolvimento das crianças - principalmente - no que tange a seu crescimento e maturação, capacidade de interagir, se expressar, conviver em grupo, desenvolver recursos internos para lidar com dores e perdas, saber partilhar, entender que suas reações interferem na vida de outras pessoas, que elas precisam respeitar o direito do outro e mais um punhado de conceitos imprescindíveis para quem pretende criar e educar cidadãos na verdadeira expressão da palavra. Se você faz parte de uma instituição de ensino e pretende levar adiante uma discussão neste sentido, entre em contato comigo para que possamos pensar numa parceria neste sentido. Já está mais do que na hora de sacudirmos alguns conceitos e promovermos uma reflexão coletiva sobre os rumos que a educação de nosso país e de nossa sociedade como um todo vem tomando. É hora de resgatarmos valores humanos fundamentais à formação de pessoas de caráter! Meu mais sincero respeito a quem se preocupa com questões desta natureza e que trabalha - de alguma forma - para que a cena educacional brasileira sofra uma reviravolta e foque, finalmente, no que realmente interessa!
Escrito por Vera Nunes às 16h10
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Não me enganeMentirinhas dos pais podem abalar a confiança infantil
Redação Revista Crescer Todo mundo sabe que criança não é boba e não se deixa enganar. Mesmo assim, vez ou outra, os pais ficam tentados a contar uma mentirinha para apaziguar os pequenos, principalmente entre os 2 e os 4 anos, quando já falam e são muito questionadores. Mas faltar com a verdade nunca é boa idéia. "Embora pequena e imatura, a criança é muito perceptiva e registra os fatos", afirma a psicóloga Vera Nunes. Como acredita no que os adultos lhe dizem, ela se frustra quando o dito ou o prometido não se confirma. Isso pode abalar sua confiança e deixá-la insegura. "Para ter credibilidade, os pais devem dizer a verdade desde cedo", diz ela. "Às vezes os adultos acham incômodo ficar explicando tudo, porém, a criança merece respeito como ser inteligente e sensível que é. A quebra da confiança nos pais muito cedo causa danos", observa a psicóloga e pedagoga Maria Regina Andrade, da Universidade de São Paulo. Mas é claro que não se pode exagerar e tratar os pequenos como adultos. "As explicações têm de ser na linguagem e no raio da compreensão infantil", lembra Vera Nunes, que é autora do livro Pra Gente Grande Entender Melhor a Criança (Editora Casa do Psicólogo).
Sem intenção É lógico que os pais não mentem para prejudicar o filho. "Eles apenas acham que os pequenos não vão compreender a explicação, que pode ficar para mais tarde", diz Vera. Um exemplo clássico é o da mãe que se despede da criança dizendo "Volto já, já", mesmo que vá demorar. O recomendável é dizer que voltará assim que puder. Nem sempre será possível evitar a frustração da criança, mas ela será menor se causada pela sinceridade e não pela desilusão. Pela mesma razão, as promessas devem ser cumpridas e, se não for possível, a criança merece uma explicação. Porque, mais dia menos dia, ela cobra. "Sempre que o Bruno perguntava quando iríamos ao zoológico, eu respondia: ‘No próximo domingo’, mas acabava não dando", conta a mãe, a corretora Marilda Pontes. Uma vez, o garoto ouviu a avó dizendo que o Dia de São Nunca não existia, e emendou na hora: "É como o domingo de ir ao zoológico". Marilda cumpriu a promessa. Num caso assim, a dica é não definir datas. "Não diga ‘amanhã’ se você já sabe que será impossível. Diga que ainda não sabe quando", ensina Maria Regina.
Promessa sem dívida Cumprir o que se promete à criança envolve a formação do caráter infantil, pois os pais são modelos. Portanto, só combine com seu filho o que você pretende mesmo fazer. Quando se tratar de compras, não evite falar sobre limites financeiros. "Alguns pais ficam constrangidos, pois o consumo tem um valor social, mas a sinceridade ajuda a criança a criar parâmetros", diz Maria Regina Andrade. E, se for necessário, recombine tudo com o pequeno. "Respeitar os filhos não é criar tiranos que não podem ser contrariados. A criança acostumada com explicações tende a ser mais flexível", lembra Vera Nunes.
Escrito por Vera Nunes às 10h16
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